quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Cultura de Bar - Marcaxeira duca


Motivados pelo prato que concorreu no Comida di Buteco, fomos até Cultura de Bar, no bairro Bomfim, em Campinas, para provar o Marcaxeira. E, pela experiência, nós do Prosa sabemos como pode ser arriscado comer camarão e peixe em boteco no interior.


Raramente podemos ir num boteco longe da praia, e comer petiscos e iguarias do mundo ogro, oriundas do mar, sem se arrepender depois. Se ficar só no arrependimento considere-se sortudo.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Taberna D’Oliveira – Lanches e Saideiras


A Taberna D’Oliveira consiste num simpático bar no bairro do São Quirino, em Campinas. Se até para quem é da cidade não é o lugar mais mainstream, os forasteiros terão alguma dificuldade em chegar – o bar fica em frente a uma simpática praça numa rua paralela a continuação da Norte-Sul, depois do Parque do Taquaral, sentido trevo.

O clima é bem de bairro, simples, mas tudo muito arrumadinho. O público consiste em moradores, casais, turmas de amigos e famílias. Não é Cambuí, nada de muita badalação – mas mesmo assim muita diversão.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Bar 1º de Abril


No Domingo, dia 14/07/2013, a equipe do Prosa se mobilizou para prestigiar o evento “Chefs na Praça” em Campinas. Porém, como era de se esperar, a falta de organização e de estrutura do evento nos obrigou a desistir de experimentar os quitutes dos 16 restaurantes participantes.

Dia perdido? Jamais. Fomos direto ao bar Primeiro de Abril, que ao contrário da prefeitura de Campinas, nunca nos decepcionou!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Bentô House








Ao contrário do Jaka, essa é um ótimo exemplo de que algo bom pode ser gerado da mistura Brasil x Japão. Um boteco com cara de Brasil, mas com comida de bar japonês.

Domingão a noite, meu aniversário, e, por sugestão do japonês citado acima, escolhemos o já conhecido Bentô House (só porque é perto da casa do pilantra). Pra começar bem as comemorações, peguei o endereço errado, achando que era outro bar, mas "logo" percebi a burrada e corri para o bar certo.

O bar estava lotado e já estávamos com uma mesinha na calçada, cerveja bem gelada como de costume (Brahma R$6,00) e uma porção de frango à passarinho (que diga-se de passagem, é bem servida) que os caras já estavam quase acabando com ela.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Abra uma já!

A gente vendo este vídeo é como se fosse uma dona de casa assistindo o último capítulo da novela, como se fosse um idoso vendo uma propaganda de remédio, como se fosse um cachorro olhando os franguinhos rodando infinitamente nas manhãs de domingo na porta da padaria.
Dica do Fabião, vulgo Nunes.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Bar do André: O Rei do Mé




Surpreendente. É a palavra que define este boteco em Campinas -SP, que ganhou meu carinho e respeito após a despretensiosa visita do Prosa. Mais um bar que precisa ser descoberto na Vila Industrial.

Antes que os privilegiados clientes deste bar comecem a chiar, eu explico: é um típico bar de bairro, mas em uma região central e pouco freqüentada pela galerinha descolada da cidade. Pronto. E é claro que isso conta como um ponto positivo para nós.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Bar Spaghetti - Scooby





Scooby! Foi por este nome que conheci esta lenda de bar que hoje é conhecido pelos clientes mais novos como Bar Spaghetti. Vai ser difícil separar o racional do emocional nesse post, sendo que passei momentos memoráveis (e outros nem tão gloriosos) nesse bar que, tenho certeza, faz parte da vida da maioria dos freqüentadores do “underground” campineiro.



Underground no bom sentido, eu digo. Quando você chega nesse bar, logo saca o público: aquele pessoal mais sossegado, que quer apenas se divertir com os amigos, sentados e bem servidos, que se negam a ficar posando na esquina do City Bar* com a garrafa de cerveja esquentando na mão.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Empanadas do Seu Zé - Bar do Zé


        Tá aí uma das vantagens de morar em São Paulo: você consegue encontrar os rangos mais inusitados em lugares inesperados. É essa a impressão que levo do Bar do Zé, um botecão clássico, mas que ao invés de torresminho ou croquete, serve suas deliciosas empanadas chilenas.
Esquina da R Cardelal Arcoverde com a R Simão Álvares
Na esquina tem uns 3 ou 4 bares, mas você pode se guiar pelo cheiro para achar as famosas empanadas do seu Zé. O lugar é mal iluminado, com pouquíssimas mesas no lado de dentro e algumas a mais no lado de fora. O ambiente é tomado pelo público alternativinho e se você ficar esperando o garçom te servir, vai passar sede.

terça-feira, 13 de março de 2012

Bar Salvador - O Boteco



       Sexta feira é dia de bar, fato. Depois de uma semana inteira em São Paulo desfrutando o ar puro, a paisagem e seu maravilhoso sistema de transporte público, a galera do serviço achou que merecíamos um happy-hour.
A dica foi simples: Budweiser 600ml a R$ 3,90 em Moema.  No começo duvidei, e tinha certeza de que se tratava de um engano do nosso colega, nada que fosse impedir a nossa merecida cervejada. Porém quando chegamos ao local logo avistamos o anúncio, realmente estava correto... vai ser divertido.

terça-feira, 6 de março de 2012

The Blackswan Pub

       Ah Floripa! De férias em Santa Catarina, e depois de uma semana em Blumenau, curtindo a Oktoberfest (que também merece um post especial nesse blog), aproveitamos o embalo e descemos para Florianópolis para visitar um amigo das antigas da família. O cara é muito gente fina e tranqüilo, largou a vida de engravatado em Sampa pra fazer o que todos nós nascemos para fazer: viver.

Conhecemos todas as melhores praias da cidade, que são maravilhosas, porém eu já estava ansioso pra curtir a famosa vida noturna que difere Floripa das outras cidades turísticas. A cidade tem muitas baladas e no centrinho muitos bares. Por indicação desse nosso camarada, seguimos para o The Blackswan Pub.




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mocotó


Depois de 1 ano morando em São Paulo, finalmente tomei vergonha na cara e fui conhecer esse restaurante que é a um dos responsáveis por levar a “baixa gastronomia” às capas de revistas especializadas. Sempre com um pé atrás, e com a sensação de “ah, não é possível que seja tudo isso”, fui adiando essa visita, que pra mim foi uma das mais agradáveis experiências desde que cheguei á megalópole.
Sexta-feira, um dia que naturalmente justifica a quebra de promessas de ano-novo, fomos encher o caneco e entupir nossas artéreas com os já famosos petiscos e pratos do chef Rodrigo Oliveira. Mas para se para ganhar é preciso perder, a viagem já justifica o ditado: na sexta, ás 17 hrs atravessar a cidade até a Zona Norte não é tarefa fácil, e inteligentemente fomos de metrô até a estação Tucuruvi e depois pegamos um taxi, que dividido em 3 ficou baratinho.
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