sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Bar Azul - Muita Tradição e Pouco Atendimento


Como transformar aquela segunda-feira sem graça em um dia memorável? A receita é simples: junte os amigos e vá para o bar!

E foi com esse objetivo que nos dirigimos ao tradicional Bar Azul! Um dos bares mais antigos de Campinas -SP, e segundo boatos foi o inventor da bolacha de provolone (disco voador, como é conhecido pelos mais experientes).

Eu e Du experimentando a "tradição"

A noite era fria e esfriava ainda mais com o atendimento atrapalhado do garçom. A primeira Brahma estava um pouco choca e avisamos o garçom que já foi falando que não dava para trocar. Nada no mundo nos faria procurar outro bar e insistimos pedindo a já tradicional cachacinha com o torresminho, que estavam show!

Torresminho sem erro

O pessoal foi chegando e começamos pedindo a Língua de Boi ao molho, que inclusive temos uma receita aqui. Aí o garçom campeão trouxe Moela ao molho! Impressionados com a incapacidade do cidadão, aceitamos a porção (que estava bem cozida, porém imerso num molho pronto de tomate sem graça) e pedimos novamente a Língua.

Moelinha mais ou menos

A Língua finalmente chegou e estava uma delícia, bem temperada com o próprio molho cozida com vinho. Simples e muito saborosa, várias porções extra de pãozinho foram necessárias para devorarmos o molho.

Língua de Boi: essa sim tava show!

O nosso brother Nunes chegou pedindo uma porção de Fritas com Queijo e Bacon e o pedido foi memorizado pelo garçom (vai vendo). Nesse meio-tempo pedimos alguns lanches cortadinhos no estilo boquinha de anjo, que estavam bons para petiscar, mas nada de outro mundo.

Lanche Boquinha de Anjo: Tradição campineira

Já empanturrados de comida boa e ruim, com muita cerveja e cachaça no bucho até nos esquecemos da batata do Nunes. Lembramos o campeão da porção e ele disse "já tá saindo", e correu para o balcão pedir para fritar. E no fim, chegou só com queijo ralado grosso por cima, frio. Cadê o bacon? Ah, desencana.

O bar Azul foi uma experiência razoável, talvez o seu cardápio extenso esconda algumas jóias, mas dá uma preguiça tentar descobrir...

Atendimento: 3
Não tem nem explicação para o mal atendimento do rapaz. Era segunda, o bar estava vazio. Eta carinha atrapalhado.

Ambiente: 7
Botecão clássico, esquininha até que pouco movimentada anoite no Cambuí e banheiros limpos.

Conveniência: 8
Fácil de estacionar, fica na região central da cidade.

Música: não tem
Ou não percebi.

Comidas: 5
Como eu disse, pode ter algumas jóias raras no cardápio, mas no geral varia entre coisas boas e ruins.

Bebidas: 4
A primeira cerva é choca e sem troca. De resto, a cervas estavam geladas e a cachacinha tava boa.

Custo/Benefício: 5
Se estiver passando vale a pena parar. Se for sair de casa, no caminho tem coisa bem melhor.

Bar Azul
R. Cel. Quirino, 1768, Campinas - SP
15h/1h (qui. e sex. até 2h; sáb. 11h/2h; fecha dom.)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

City Bar – Fama Ele Tem...

City Bar lanches (lunch) - Rua Gen. Osório, Campinas-Cambuí

A equipe do Prosa é relativamente suspeita para falar, pois em mais de 10 anos de perambulações cervejísticas na cidade de Campinas, sempre frequentou a região do Centro de Convivência. Ali, basicamente temos duas opções: o famoso City Bar e o clássico undergound Bar Scooby, mais recentemente renomeado Bar Spaghetti.

A equipe do Prosa tradicionalmente frequentou o Scooby/Spaghetti, devido a algumas preferências básicas, como, por exemplo, sentar no bar e ser bem atendido pelo garçom amigo, com a cerveja preferida já sendo depositada na mesa automaticamente. Contudo, o tempo passa, e nossa missão cervo-jornalística incumbiu ao Prosa novamente atravessar a esquina, e tentar rever conceitos sobre esse que é um dos bares mais tradicionais da cidade, o glorioso City Bar.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Bar Spaghetti - Scooby





Scooby! Foi por este nome que conheci esta lenda de bar que hoje é conhecido pelos clientes mais novos como Bar Spaghetti. Vai ser difícil separar o racional do emocional nesse post, sendo que passei momentos memoráveis (e outros nem tão gloriosos) nesse bar que, tenho certeza, faz parte da vida da maioria dos freqüentadores do “underground” campineiro.



Underground no bom sentido, eu digo. Quando você chega nesse bar, logo saca o público: aquele pessoal mais sossegado, que quer apenas se divertir com os amigos, sentados e bem servidos, que se negam a ficar posando na esquina do City Bar* com a garrafa de cerveja esquentando na mão.
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