quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Cultura de Bar - Marcaxeira duca


Motivados pelo prato que concorreu no Comida di Buteco, fomos até Cultura de Bar, no bairro Bomfim, em Campinas, para provar o Marcaxeira. E, pela experiência, nós do Prosa sabemos como pode ser arriscado comer camarão e peixe em boteco no interior.


Raramente podemos ir num boteco longe da praia, e comer petiscos e iguarias do mundo ogro, oriundas do mar, sem se arrepender depois. Se ficar só no arrependimento considere-se sortudo.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Bar 1º de Abril


No Domingo, dia 14/07/2013, a equipe do Prosa se mobilizou para prestigiar o evento “Chefs na Praça” em Campinas. Porém, como era de se esperar, a falta de organização e de estrutura do evento nos obrigou a desistir de experimentar os quitutes dos 16 restaurantes participantes.

Dia perdido? Jamais. Fomos direto ao bar Primeiro de Abril, que ao contrário da prefeitura de Campinas, nunca nos decepcionou!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Empanadas do Seu Zé - Bar do Zé


        Tá aí uma das vantagens de morar em São Paulo: você consegue encontrar os rangos mais inusitados em lugares inesperados. É essa a impressão que levo do Bar do Zé, um botecão clássico, mas que ao invés de torresminho ou croquete, serve suas deliciosas empanadas chilenas.
Esquina da R Cardelal Arcoverde com a R Simão Álvares
Na esquina tem uns 3 ou 4 bares, mas você pode se guiar pelo cheiro para achar as famosas empanadas do seu Zé. O lugar é mal iluminado, com pouquíssimas mesas no lado de dentro e algumas a mais no lado de fora. O ambiente é tomado pelo público alternativinho e se você ficar esperando o garçom te servir, vai passar sede.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mocotó


Depois de 1 ano morando em São Paulo, finalmente tomei vergonha na cara e fui conhecer esse restaurante que é a um dos responsáveis por levar a “baixa gastronomia” às capas de revistas especializadas. Sempre com um pé atrás, e com a sensação de “ah, não é possível que seja tudo isso”, fui adiando essa visita, que pra mim foi uma das mais agradáveis experiências desde que cheguei á megalópole.
Sexta-feira, um dia que naturalmente justifica a quebra de promessas de ano-novo, fomos encher o caneco e entupir nossas artéreas com os já famosos petiscos e pratos do chef Rodrigo Oliveira. Mas para se para ganhar é preciso perder, a viagem já justifica o ditado: na sexta, ás 17 hrs atravessar a cidade até a Zona Norte não é tarefa fácil, e inteligentemente fomos de metrô até a estação Tucuruvi e depois pegamos um taxi, que dividido em 3 ficou baratinho.
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